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  • 28.10.07

    QUEREM PUXAR O SEU TAPETE !

    É caro leitor.


    Não pense que estou pegando pesado.


    Depois que li um artigo escrito por Mauro Silveira, fiquei com uma pulga atráz da orelha.
    Um jogo silencioso que acontece a todo momento dentro da sua empresa. E o pior é que nós nem sabemos as regras.
    A busca por "poder" torna a politicagem um instrumento de"fritura" dos colaboradores menos atentos.
    E se você acha que o seu maior inimigo é o camarada que trabalha com você desempenhando a mesma função está enganado.
    Segundo o artigo o maior problema ocorre quando o "chefe" se sente ameaçado pelo desempenho do liderado, e na minha humilde opinião isso é um graaande problema.
    O artigo também mostra alguns exemplos de ótimos Executivos que desempenharam suas tarefas com eficiência e conseguiram grandes lucros para a organização, e por fim isso tudo não valeu de nada. Bastou o "mané" que é o Chefe se sentir ameaçado para começar a "fritura" lenta e gradual.
    Segundo o artigo os ataques de "fritura" podem acontecer das mais variadas formas. Por exemplo:



    • Um colega de trabalho que entra toda semana na sala do seu chefe para, discretamente, falar mal de você.

    • O chefe que promove uma pessoa menos competente do que você simplesmente por ser mais amigo dela.

    • O líder que esquece você ao distribuir elogios e premiações por bom desempenho.

    • Os colegas que começam a boicotá-lo nas reuniões criticando suas idéias e sugestões.


    Mas calma. A politicagem está presente em todas as empresas, mas você pode se proteger. Veja os conselhos que Mauro Silveira mostra no artigo.




    1. Evite deixar assuntos subentendidos. Não caia na armadilha de pressuposto. O que é óbvio ou implícito para uns pode não ser para outros.

    2. Torne explícitas as suas dúvidas e procure conhecer quais são as expectativas das pessoas com quem você interage profissionalmente. Isso vale para chefe, pares, subordinados, fornecedores e clientes.

    3. Não espere por feedback. Peça. Mas lembre-se que muita carência pode ser considerada insegurança.

    4. Ao consultar o chefe sobre um problema, leve soluções já pensadas por você. Coloque o foco da conversa na ajuda dele para definirem juntos a melhor.

    5. Se estiver sendo vítima de politicagem, converse com as pessoas envolvidas e seja franco e direto.

    6. Se o problema caminhar para o assédio moral, procure reunir provas concretas, como bilhetes, e-mails, cartas e, dependendo do caso, gravações telefônicas em que voê participe do diálogo.


    E outra coisa, não tenha medo de avaliar o local onde trabalha. Se você é competente e acha que o ambiente não é "mais para você" caia fora. É melhor do que ficar se desgatando profissionalmente e perdendo tempo com essa "gentalha".



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    26.10.07

    EMPRESAS DEMITIDAS!

    Recebi no meu e-mail, através de um informativo periódico do site http://www.cahalrh.com.br/ uma notícia muito interessante. O título dizia “Executivos já recusam ofertas de emprego de empresas sem compromisso social, avisam headhunters”.
    Nesta matéria Wilame Amorim Lima mostra como os executivos estão sendo mais seletivos em relação ao aspecto social das empresas. É claro que o objetivo é atrelar seus nomes com empresas bem conceituadas no mercado, não só pelo bom desempenho financeiro, mas também com valores e objetivos sociais claros.

    Mas acho que isso não fica só no nível Executivo.
    Hoje quando um jovem sai pelas ruas de São Paulo em busca de um emprego, também está mais seletivo. A cultura mudou. A educação está mudando. Mesmo que em marcha lenta. Mas está mudando... para melhor.
    As pessoas estão mais conscientes do seu potencial, e não aceitam qualquer emprego, ou subemprego. Existe uma maior preocupação não só pelo salário no fim do mês, mas também pelo desenvolvimento profissional que a empresa pode oferecer.
    É claro que isso ainda não é tão comum, mas a tendência é essa. Cada vez mais as empresas terão que suprir outras necessidades dos indivíduos, e não só a financeira.
    Um ambiente agradável de trabalho, objetivos claros, treinamento, e um plano de carreira são o básico que as empresas terão que oferecer aos colaboradores, de todos os níveis.
    O jogo está mudando. Em breve quem passará por processo seletivo serão os empresários....e não os empregados.

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    25.10.07

    Burro é Burro. Estagiário é Estagiário.





    Ei você! É você mesmo que torceu o nariz ao ver o título acima. Vou explicar, de uma vez por todas, qual a diferença entre o Burro e o Estagiário. Não pense que estou maluco. Eu não estou. É que alguns Encarregados, Gerentes, Supervisores, Diretores e até mesmo os CEO’s não sabem. E por isso, de forma voluntária vou explicar.


    Vamos começar pelo Burro: O Burro, também conhecido como Asno (Equus asinus), é um mamífero perissodátilo (não faço a mínima ideia do que essa palavra significa, mas...), ele não é tão grande como um cavalo. Tem focinho e orelhas compridas, e é utilizado a muiiiito tempo como um animal de carga. E ele tem uma desvantagem em relação ao Estagiário, o burro não pensa e não tem sentimentos.
    Já o Estágiário, também conhecido como Quebra Galho, Chato, Inexperiente, também é um mamífero (Homo sapiens – latim para homem sábio, homem racional, porém abaixo na cadeia alimentar profissional sendo o almoço predileto dos mamíferos que possuem a CTPS assinada), ele é do tamanho de um homem normal, pode ser do sexo feminino ou masculino. O Estagiário tem uma particularidade interessante, ele trabalha em conjunto com outras pessoas (seres superiores, que na maioria das vezes fazem pouco caso de sua humilde existência em nosso planeta) em repartições públicas ou empresas. A função dele, é de alguma forma conseguir uma quantidade grande de conhecimento prático das funções profissionais, possibilitando assim agregar valor aos estudos e ao trabalho. Os Estagiários mais fortes conseguem, com um prazo médio de 2 anos, subir na cadeia alimentar profissional, se tornando também um ser superior aos outros Estagiários mais fracos que tem pouco conhecimento.




    Como você pode perceber, a vantagem do Estagiário em relação ao Burro é que ele não é um animal de carga.









    Espero ter ajudado de alguma forma. Agora antes de chamar um Estagiário de Burro você vai saber a diferença.

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    24.10.07

    SÓ OS PARANÓICOS SOBREVIVEM




    Um livro fantástico.
    Andrew S. Grove, o homem que fez a Intel ser o que é hoje, demonstra nesse livro como ele superou os temíveis PIEs (Pontos de Inflexão Estratégica).
    O mais interessante de tudo, é que ele magistralmente escreveu este livro para todos. Não só para os altos executivos, mas também para aqueles que estão na linha de frente de qualquer negócio.

    O Ponto de Inflexão Estratégica

    Segundo Grove, o Ponto de Inflexão Estratégica surge "... quando o antigo quadro estratégico se dissolve e dá lugar a um novo, permitindo que o negócio alcance novos patamares..."
    Resumidamente meu amigo, isso ocorre quando o bicho pega. Quando o seu concorrente (ou qualquer outra força externa) desenvolve algo, que até então, você acharia impraticável ou impossível, de tal forma que acaba roubando seus clientes e colocando você e seu negócio quase em um beco sem saída. Eu disse quase, porque sempre existe uma saída. Mas para isso é necessário entender as forças que levaram a essa mudança de rumo, e é exatamente isso que o livro mostra. Como entender e enfrentar as mudanças que ocorrem no meio empresarial.



    "Mais cedo ou mais tarde, algum ponto fundamental em seu negócio mudará"

    Boa leitura!

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