QUEREM PUXAR O SEU TAPETE !
É caro leitor.
Um jogo silencioso que acontece a todo momento dentro da sua empresa. E o pior é que nós nem sabemos as regras.
A busca por "poder" torna a politicagem um instrumento de"fritura" dos colaboradores menos atentos.
E se você acha que o seu maior inimigo é o camarada que trabalha com você desempenhando a mesma função está enganado.
O artigo também mostra alguns exemplos de ótimos Executivos que desempenharam suas tarefas com eficiência e conseguiram grandes lucros para a organização, e por fim isso tudo não valeu de nada. Bastou o "mané" que é o Chefe se sentir ameaçado para começar a "fritura" lenta e gradual.
Segundo o artigo os ataques de "fritura" podem acontecer das mais variadas formas. Por exemplo:
- Um colega de trabalho que entra toda semana na sala do seu chefe para, discretamente, falar mal de você.
- O chefe que promove uma pessoa menos competente do que você simplesmente por ser mais amigo dela.
- O líder que esquece você ao distribuir elogios e premiações por bom desempenho.
- Os colegas que começam a boicotá-lo nas reuniões criticando suas idéias e sugestões.
Mas calma. A politicagem está presente em todas as empresas, mas você pode se proteger. Veja os conselhos que Mauro Silveira mostra no artigo.
- Evite deixar assuntos subentendidos. Não caia na armadilha de pressuposto. O que é óbvio ou implícito para uns pode não ser para outros.
- Torne explícitas as suas dúvidas e procure conhecer quais são as expectativas das pessoas com quem você interage profissionalmente. Isso vale para chefe, pares, subordinados, fornecedores e clientes.
- Não espere por feedback. Peça. Mas lembre-se que muita carência pode ser considerada insegurança.
- Ao consultar o chefe sobre um problema, leve soluções já pensadas por você. Coloque o foco da conversa na ajuda dele para definirem juntos a melhor.
- Se estiver sendo vítima de politicagem, converse com as pessoas envolvidas e seja franco e direto.
- Se o problema caminhar para o assédio moral, procure reunir provas concretas, como bilhetes, e-mails, cartas e, dependendo do caso, gravações telefônicas em que voê participe do diálogo.
E outra coisa, não tenha medo de avaliar o local onde trabalha. Se você é competente e acha que o ambiente não é "mais para você" caia fora. É melhor do que ficar se desgatando profissionalmente e perdendo tempo com essa "gentalha".
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