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  • 4.9.08

    FGV Online e Universidade da Califórnia oferecem cursos grátis

    Ta aí uma dica legal para quem não quer ficar parado em relação a atualização profissional.
    Através deste link ( http://ocw.uci.edu/courses/ )você pode fazer um curso de 15hs totalmente gratuito com direito a declaração de conclusão. Com um visual muito atraente e didático o aluno tem uma grande possibilidade de agregar conhecimento para ajudar no dia a dia profissional.

    Segue abaixo o artigo publicado no site da FVG online :

    "A Fundação Getulio Vargas é a primeira instituição brasileira a participar do Open Course Ware Consortium (OCWC), um consórcio de instituições de ensino de diversos países que oferecem cursos e materiais didáticos de graça pela internet.
    A partir da parceria com a Universidade da Califórnia de Irvine (UCI), o FGV Online disponibilizou dois cursos no OCW: um de Recursos Humanos, de autoria da instituição americana, que foi traduzido para o português e adaptado à metodologia da Fundação; e outro de Ética, desenvolvido pelo FGV Online.
    Para ter acesso aos cursos, basta acessar o site http://ocw.uci.edu/courses/.
    O curso de Ética está dividido em três módulos: Perspectiva Histórica e Filosófica, Valores e Princípios Éticos, e Responsabilidade Social Empresarial e Gestão Ética.
    Já o curso de Recursos Humanos, em parceria com a UCI, abordará os seguintes temas: Imagem; Comunicação e Tecnologia – o estilo de vida sem fronteiras; Narciso e a Ética; Saúde, Higiene e Segurança; e Uma Rotina de Boas Maneiras.
    O FGV Online e a Universidade da Califórnia (Irvine) são parceiros desde 2006 e vêm trabalhando cada vez mais em conjunto. Um dos resultados dessa união é o MBA Internacional em Gerenciamento de Projetos a distância, que tem mais de 200 profissionais inscritos."

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    16.7.08

    O conto do Gestor Assassino

    Ele matou.

    Fez isso com a tranqüilidade e frieza de quem não se importa nem um pouco com o próximo. Em sua burrice doentia assassinou esperanças, sonhos, perspectivas e alguns futuros profissionais prósperos naquela empresa. Em seu primeiro dia se fez de bom menino. Sorrisos pra lá, outros pra cá. Sorrisos visivelmente inseguros. Sorrisos de desespero. Sorrisos de “o que estou fazendo aqui!”. Mas não poderia perder aquele emprego, muito menos o salário. Faria o que fosse necessário para firmar-se naquela empresa. Até mesmo matar. Ele sabia que não estava preparado para assumir aquele cargo. E seus subordinados também. Mas eles não podiam fazer nada. Aquele camarada sorridente não estava ali por acaso, era peixe grande. Surgiu do nada, mas vindo indicado por alguém. Alguém tão burro quanto ele, mas fazer o que?

    Os dias passaram.
    As semanas.
    Passados pouco menos de seis meses aconteceu.

    Um por um foram embora.

    No mesmo dia, na mesma hora, por conta própria.
    Os subordinados daquele inseguro, desesperado e perdido Gestor abandonaram o barco para assistir o naufrágio de camarote, longe dali. A pressão, a falta de preparo, a falta de comunicação e a falta de transparência fizeram daquela empresa um inferno, assassinando toda a motivação da equipe. O pior é que ele precisava de todos, pois em sua arrogância não admitiu que soubesse pouco.
    Ninguém foi demitido. Todos se demitiram.
    A equipe cometeu um suicídio, mas era algo feliz, como se soubessem que renasceriam em outro lugar melhor para se trabalhar.
    O Gestor matou sua própria carreira naquela empresa que deveria ter sido um lugar melhor para se trabalhar.


    E assim todos viveram felizes para sempre, até o Gestor que descobriu que essa vida de assassino não leva ninguém a lugar nenhum.



    "...relatos encontrados na agenda de um subordinado horas após os crimes...."

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    27.6.08

    Será Demitido? Veja o que fazer!

    espero que ajude.......kkk

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    26.6.08

    Tchau Tio Bill !


    Olhando a foto acima fico pensando: Será possível desenvolver um talendo ou ele já nasce pronto?
    Este cara, com esse jeito de “não tô nem aí” é Bill Gates, depois que foi detido por excesso de velocidade. O homem que mudou nossas vidas ao desenvolver o nosso glorioso Windows. Ná próxima sexta dia 27/06/08 ele deixará de ser um funcionário integral da Microsoft.
    Fica aqui minha pequena e singela homenagem ao homem, que na minha opinião, é o mais oportunista do mundo.

    Conheça um pouco mais da história de Bill no link abaixo:
    Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Bill_gates


    O primeiro computador Pessoal

    O primeiro computador pessoal nasceu em 12 de agosto de 1981, concebido por 12 engenheiros que trabalhavam num projeto para a IBM. Tinha 15 metros de altura e pesava 11 toneladas. David Bradley e Don Estridge, chefes do projeto, pediram à Intel que fabricasse as placas de memória, mas ainda faltava o sistema operacional.
    O jovem Bill Gates foi a uma pequena empresa que havia desenvolvido o sistema para o processador da Intel e decidiu comprá-lo, pagou cerca de US$ 50 mil, personalizou o programa e vendeu-o por US$ 80 mil, mantendo a licença do produto. Este viria a ser o MS-DOS e posteriormente, o Windows.

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    26.11.07

    PROCURA-SE UM TALENTO, VIVO OU.....VIVO

    Um estudo recente mostra que 75% dos executivos de Recursos Humanos no mundo dizem que estão preocupados com o treinamento de futuros líderes na empresa em que trabalham. E aqui no Brasil, ocorre que os talentos, que seriam os futuros líderes, estão continuamente procurando uma empresa que possa suprir suas necessidades profissionais. E não estou falando de dinheiro, e sim de desafios.
    A rotatividade é grande, pois muitas organizações não têm um plano eficiente de retenção de talentos.
    Em minha opinião isso ocorre por dois motivos:
    Primeiro: a área de RH de muitas organizações não está alinhada a estratégia da empresa.
    Segundo: os talentos procuram desafios, e a organização não quer ou não pode oferecer isso.

    Mas existe também o outro lado da moeda. No mercado existem milhares de vagas de trabalho em que não se têm pessoas qualificadas para preenchê-las. E alguns dizem por aí que não tem emprego pra todos. É obvio que não. Estamos na era do conhecimento. E só terá emprego aqueles que o possuírem.
    E se você, caro leitor, que acha que estou falando besteira, vá algum dia em uma periferia de São Paulo, ou qualquer outro estado. O que você verá é o seguinte: Vários botecos abertos e várias escolas vazias. Pois é.... lá o conhecimento é diferente. E nem por isso essas pessoas são menos felizes. Não querem se tornar talentos. Só querem apenas ser felizes.
    O estoque de filhos de papai está acabando, e os que restam também não querem ser talentos, pois o que importa é a balada e o desempenho social do Orkut. E isso acaba sendo um problema sério no Brasil, já que existe certa discriminação aos vindos da periferia. Por mais que sejam talentosos, o meio cultural onde vivem os torna diferentes em alguns aspectos decisivos no dia a dia profissional. Como por exemplo, a ética. Quer saber qual é mais ético??????? Vou deixar a pergunta no ar, responda você, caro leitor.

    Vai me dizer que as pessoas já nascem talentosas? Que talento não se desenvolve? Besteira! Podemos ser tudo, basta estarmos a fim de ser, e pronto.

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    16.11.07

    Capital humano não é coisa de gente.


    É comum em conversas e reuniões se falar em Capital Humano. No que tange a colaboradores dentro da empresa isso soa um pouco estranho, já que o ser humano não é uma riqueza financeira, ou melhor, ao menos não deveria ser.
    É como se os funcionários não fossem gente, e sim apenas um conjunto de conhecimentos, treinados e capacitados para permitir a realização de trabalhos úteis com diferentes graus de complexidade e especialização, visando nada mais que o lucro da organização. Em finanças e contabilidade, capital geralmente é uma referência à riqueza financeira, especialmente naquela necessária para iniciar ou manter um negócio. É obvio que o colaborador também. Mas me incomoda o termo Capital Humano...
    Sei lá, parece que não somos nada além de dinheiro.

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    8.11.07

    CUIDADO! SOU GERENTE! SOU MALUCO!


    Não há dúvidas.
    O cargo mais difícil de assumir em qualquer empresa é o de Gerente. E a coisa fica mais complicada quando essa posição passa a ser ocupada por alguém que já fazia parte do quadro de colaboradores. Os antigos amigos, aqueles que tomavam aquela cervejinha com você agora te odeiam.
    Conversinhas e fofocas pelos corredores da empresa deixam você meio maluco. A impressão é que todos estão contra você, torcendo para que tudo dê errado. E ai você não é só um Gerente, mas sim um Gerente Maluco.
    Encurralado entre os colaboradores e Diretores, o novo Gerente Maluco muitas vezes fica sem saber o que fazer, às vezes sem nenhum treinamento ou experiência, é jogado na fogueira. É claro que isso é difícil ocorrer em grannnndes empresas né.....mas estou falando aqui das milhares de micro e pequenas empresas que existem por aí, e pode acreditar amigo(a), é exatamente isso o que acontece. O Diretor ou Dono da empresa chega e diz: “Ta aqui o desafio – se vira!”.
    E ai pra se virar é um “Deus nos acuda!”. Não existe treinamento. Não existe curso superior. Não existe análise: SWAT, SMART, Gráfico de Gannt, Planejamento Estratégico, nada disso camarada. Só existe um Gerente Maluco. Que resolve tudo na raça. E quando eu digo “na raça” é na raça mesmo. Nada de Gerente ficar na frente do computador. Computador???? Às vezes o Gerente Maluco nem tem um. Se a empresa está com problema no Financeiro? Chama o Gerente Maluco. Problema de Vendas? Chama o Gerente Maluco que ele resolve. Fornecedor não fez a entrega? O Gerente Maluco sabe o que fazer. Pagamento de funcionários? O Gerente Maluco faz. A filha do patrão tem que ir pra escola? O Gerente Maluco chama o motorista.

    E não me venha com esse papo de que “é por isso que muitas empresas fecham no Brasil, pessoas despreparadas estão no comando”. Eu garanto que muitas empresas de grande porte não sobrevivem sem um Grande Gerente Maluco. Ele está lá, meio escondido, camuflado com jeitão de menino formado em boa faculdade, mas é ele que faz as coisas acontecerem. É ele que resolve a maioria dos problemas. Isso não é centralização de poder. É coisa de maluco mesmo.

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    5.11.07

    PALESTRANTE TRAPACEIRO !

    Muito se fala sobre comunicação nas empresas.
    Mas na verdade pouco se aplica...aliás muita coisa que escrevem por aí sobre gestão empresarial é só para vender livros e palestras. Alguns consultores tentam vender um mundo do “faz de conta”. Onde tudo é perfeito e possível, e na verdade pouco aplicável. A indústria dos “mestres em gestão” está enchendo o mercado de pessoas querendo ganhar dinheiro em cima de administradores em geral mal informados ou com formação medíocre. Não que eu seja um cara com ótima formação e com vasta experiência. Tenho muito que aprender ainda. Mas me preocupa a quantidade de pessoas que se dizem qualificadas para dar a “direção” para o nosso negócio. O mercado está cheio de “fórmulas mágicas”, “estratégias infalíveis” e “super gerentes”. Se não tivermos cuidado podemos tomar decisões erradas baseados nas histórias desses Super Mega Power Palestrantes.
    Esse papo de “Aprender Brincando” não cola. Outro dia fui a uma palestra onde o consultor pediu para eu imitar um macaco na frente de 80 pessoas. Detalhe... era 8hs da manhã de um sábado chuvoso. Não que eu seja um chato, nojento que não aceita brincadeiras, muito pelo contrário, adoro dar risada. Mas o problema foi que a palestra foi recheada de brincadeiras e piadas que deixavam todos felizes e contentes, mas na verdade não agregou valor algum a empresa. Pouco conteúdo, pouco foco no trabalho e na missão e visão da organização. O camarada ganhou R$ 950,00 em 1h30. E não fez nada, a não ser contar piadas e coisas do cotidiano comercial que não valiam o sacrifício de 80 pessoas estarem acordadas em um sábado chuvoso 8hs da manhã. Fico imaginando o controle de custo dessa empresa. Será que eles não avaliam o orçamento e a qualidade do treinamento antes de contratarem?

    Quer saber o pior??? O Diretor da empresa adorou.

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    1.11.07

    O PODER DE UM BOATO




    Com certeza você já viu esse desenho pela internet.
    Ele representa uma situação engraçada e ao mesmo tempo preocupante.


    A falta de foco no trabalho muitas vezes leva as pessoas há gastarem seu tempo (ou melhor, o tempo da empresa) com assuntos que na sua maioria são mera ilusão.
    É claro que isso ocorre pelo desgaste que existe entre alguns colaboradores e a Organização.
    Por exemplo, em momentos de mudança estratégica na empresa, algumas vezes é necessário tomar algumas medidas desagradáveis, como por exemplo, demitir alguns colaboradores. É ai que mora o problema. Nesse momento os colaboradores mais antigos perdem totalmente o foco no trabalho, e pensam apenas quando chegará a sua hora de ir ao temível “RH”, e acabam contaminando os mais novos também.
    E aí caro leitor, a coisa fica feia.
    É necessário, antes de qualquer coisa, desenvolver um projeto de comunicação interna que tente, da melhor forma possível, explicar aos colaboradores quais os objetivos da empresa e o motivo que “certas decisões” estão sendo tomadas.
    O Departamento de Gestão de Pessoas deve manter-se sempre atualizado com as notícias que rolam na “rádio peão”. Isso é determinante para saber qual tipo de procedimento deverá ser adotado para a comunicação interna, dependendo da situação.




    • Reuniões periódicas,


    • Um bom treinamento,


    • Comunicação constante com os líderes de departamento



    Também ajudam a manter os colaboradores com foco na Missão e Visão da empresa.

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    Incompetência, Falta de Respeito, e Péssimo Atendimento




    A Rede Paque Express é a única rede credenciada em todas as estações do metrô. E abusam disso.

    É impressionante a falta de respeito e indiferença que os funcionários dessa rede tratam os consumidores.


    • Os sistema é péssimo. Nunca funciona.

    • Quando funciona é lento.

    • A recarga com cartão Visa e Master é um sonho, porque também nunca funciona.

    • O atendimento é horrível. Pessoas desmotivadas que nem olham na cara do cliente. Usam uniformes que parece roupa de presidiário. Trabalham dentro de um caixote de madeira sem ventilação.

    • Outro dia fui pedir uma informação e a atendente simplesmente fingiu que não ouviu. Virou para o lado e começou a conversar com a outra atendente.

    Na minha opinião essa rede não oferece nada para merecer atender os clientes do metrô. Parece até uma repartição pública.



    Péssimos....PÉSSimos....PÉSSSIIIIMMMOOOOSSSSSSSSSS!!!!!!!


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    28.10.07

    QUEREM PUXAR O SEU TAPETE !

    É caro leitor.


    Não pense que estou pegando pesado.


    Depois que li um artigo escrito por Mauro Silveira, fiquei com uma pulga atráz da orelha.
    Um jogo silencioso que acontece a todo momento dentro da sua empresa. E o pior é que nós nem sabemos as regras.
    A busca por "poder" torna a politicagem um instrumento de"fritura" dos colaboradores menos atentos.
    E se você acha que o seu maior inimigo é o camarada que trabalha com você desempenhando a mesma função está enganado.
    Segundo o artigo o maior problema ocorre quando o "chefe" se sente ameaçado pelo desempenho do liderado, e na minha humilde opinião isso é um graaande problema.
    O artigo também mostra alguns exemplos de ótimos Executivos que desempenharam suas tarefas com eficiência e conseguiram grandes lucros para a organização, e por fim isso tudo não valeu de nada. Bastou o "mané" que é o Chefe se sentir ameaçado para começar a "fritura" lenta e gradual.
    Segundo o artigo os ataques de "fritura" podem acontecer das mais variadas formas. Por exemplo:



    • Um colega de trabalho que entra toda semana na sala do seu chefe para, discretamente, falar mal de você.

    • O chefe que promove uma pessoa menos competente do que você simplesmente por ser mais amigo dela.

    • O líder que esquece você ao distribuir elogios e premiações por bom desempenho.

    • Os colegas que começam a boicotá-lo nas reuniões criticando suas idéias e sugestões.


    Mas calma. A politicagem está presente em todas as empresas, mas você pode se proteger. Veja os conselhos que Mauro Silveira mostra no artigo.




    1. Evite deixar assuntos subentendidos. Não caia na armadilha de pressuposto. O que é óbvio ou implícito para uns pode não ser para outros.

    2. Torne explícitas as suas dúvidas e procure conhecer quais são as expectativas das pessoas com quem você interage profissionalmente. Isso vale para chefe, pares, subordinados, fornecedores e clientes.

    3. Não espere por feedback. Peça. Mas lembre-se que muita carência pode ser considerada insegurança.

    4. Ao consultar o chefe sobre um problema, leve soluções já pensadas por você. Coloque o foco da conversa na ajuda dele para definirem juntos a melhor.

    5. Se estiver sendo vítima de politicagem, converse com as pessoas envolvidas e seja franco e direto.

    6. Se o problema caminhar para o assédio moral, procure reunir provas concretas, como bilhetes, e-mails, cartas e, dependendo do caso, gravações telefônicas em que voê participe do diálogo.


    E outra coisa, não tenha medo de avaliar o local onde trabalha. Se você é competente e acha que o ambiente não é "mais para você" caia fora. É melhor do que ficar se desgatando profissionalmente e perdendo tempo com essa "gentalha".



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    26.10.07

    EMPRESAS DEMITIDAS!

    Recebi no meu e-mail, através de um informativo periódico do site http://www.cahalrh.com.br/ uma notícia muito interessante. O título dizia “Executivos já recusam ofertas de emprego de empresas sem compromisso social, avisam headhunters”.
    Nesta matéria Wilame Amorim Lima mostra como os executivos estão sendo mais seletivos em relação ao aspecto social das empresas. É claro que o objetivo é atrelar seus nomes com empresas bem conceituadas no mercado, não só pelo bom desempenho financeiro, mas também com valores e objetivos sociais claros.

    Mas acho que isso não fica só no nível Executivo.
    Hoje quando um jovem sai pelas ruas de São Paulo em busca de um emprego, também está mais seletivo. A cultura mudou. A educação está mudando. Mesmo que em marcha lenta. Mas está mudando... para melhor.
    As pessoas estão mais conscientes do seu potencial, e não aceitam qualquer emprego, ou subemprego. Existe uma maior preocupação não só pelo salário no fim do mês, mas também pelo desenvolvimento profissional que a empresa pode oferecer.
    É claro que isso ainda não é tão comum, mas a tendência é essa. Cada vez mais as empresas terão que suprir outras necessidades dos indivíduos, e não só a financeira.
    Um ambiente agradável de trabalho, objetivos claros, treinamento, e um plano de carreira são o básico que as empresas terão que oferecer aos colaboradores, de todos os níveis.
    O jogo está mudando. Em breve quem passará por processo seletivo serão os empresários....e não os empregados.

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    25.10.07

    Burro é Burro. Estagiário é Estagiário.





    Ei você! É você mesmo que torceu o nariz ao ver o título acima. Vou explicar, de uma vez por todas, qual a diferença entre o Burro e o Estagiário. Não pense que estou maluco. Eu não estou. É que alguns Encarregados, Gerentes, Supervisores, Diretores e até mesmo os CEO’s não sabem. E por isso, de forma voluntária vou explicar.


    Vamos começar pelo Burro: O Burro, também conhecido como Asno (Equus asinus), é um mamífero perissodátilo (não faço a mínima ideia do que essa palavra significa, mas...), ele não é tão grande como um cavalo. Tem focinho e orelhas compridas, e é utilizado a muiiiito tempo como um animal de carga. E ele tem uma desvantagem em relação ao Estagiário, o burro não pensa e não tem sentimentos.
    Já o Estágiário, também conhecido como Quebra Galho, Chato, Inexperiente, também é um mamífero (Homo sapiens – latim para homem sábio, homem racional, porém abaixo na cadeia alimentar profissional sendo o almoço predileto dos mamíferos que possuem a CTPS assinada), ele é do tamanho de um homem normal, pode ser do sexo feminino ou masculino. O Estagiário tem uma particularidade interessante, ele trabalha em conjunto com outras pessoas (seres superiores, que na maioria das vezes fazem pouco caso de sua humilde existência em nosso planeta) em repartições públicas ou empresas. A função dele, é de alguma forma conseguir uma quantidade grande de conhecimento prático das funções profissionais, possibilitando assim agregar valor aos estudos e ao trabalho. Os Estagiários mais fortes conseguem, com um prazo médio de 2 anos, subir na cadeia alimentar profissional, se tornando também um ser superior aos outros Estagiários mais fracos que tem pouco conhecimento.




    Como você pode perceber, a vantagem do Estagiário em relação ao Burro é que ele não é um animal de carga.









    Espero ter ajudado de alguma forma. Agora antes de chamar um Estagiário de Burro você vai saber a diferença.

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    24.10.07

    SÓ OS PARANÓICOS SOBREVIVEM




    Um livro fantástico.
    Andrew S. Grove, o homem que fez a Intel ser o que é hoje, demonstra nesse livro como ele superou os temíveis PIEs (Pontos de Inflexão Estratégica).
    O mais interessante de tudo, é que ele magistralmente escreveu este livro para todos. Não só para os altos executivos, mas também para aqueles que estão na linha de frente de qualquer negócio.

    O Ponto de Inflexão Estratégica

    Segundo Grove, o Ponto de Inflexão Estratégica surge "... quando o antigo quadro estratégico se dissolve e dá lugar a um novo, permitindo que o negócio alcance novos patamares..."
    Resumidamente meu amigo, isso ocorre quando o bicho pega. Quando o seu concorrente (ou qualquer outra força externa) desenvolve algo, que até então, você acharia impraticável ou impossível, de tal forma que acaba roubando seus clientes e colocando você e seu negócio quase em um beco sem saída. Eu disse quase, porque sempre existe uma saída. Mas para isso é necessário entender as forças que levaram a essa mudança de rumo, e é exatamente isso que o livro mostra. Como entender e enfrentar as mudanças que ocorrem no meio empresarial.



    "Mais cedo ou mais tarde, algum ponto fundamental em seu negócio mudará"

    Boa leitura!

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